Bom Jesus, 02/12/2014
Prefeitura de Bom Jesus faz doação de vacinas contra Aftosa e Brucelose.





Segundo o secretário Givaldo Gonçalves, os criadores têm até o dia 10 deste, para apresentar a documentação comprobatória da vacinação do rebanho.

Em conversa com nossa equipe o secretário de agricultura de Bom Jesus, Givaldo Gonçalves da Silva (Valdin) falou sobre a campanha de vacinação contra a febre Aftosa, que teve início no dia 1º de Novembro e sendo intensificada após a programação de emancipação política do município. Uma equipe foi formada e se deslocou em todas as comunidades vacinando o rebanho bovino.

Segundo o secretário, os criadores têm até o dia 10 deste, para apresentar a documentação comprobatória da vacinação do rebanho, fora deste prazo e não apresentando estes documentos, o pecuarista está sujeito as penalidades da lei, incluindo a aplicação de multa pela defesa agropecuária do estado, no valor de 160 R$ por animal, não vacinado.“Prevenir é mais barate, principalmente em Bom Jesus que o prefeito Roberto Bayma disponibilizou a vacina e o veterinário com toda equipe” disse o secretário.

O secretário também revelou que pessoalmente esteve acompanhando os trabalhos fiscalizando o andamento da campanha. No tocante ao número de dozes, cerca de 1.300, ele esclareceu que esse número deve-se ao fato de que muitos proprietários se anteciparam e compraram a vacina.

Brucelose:

Outra informação que Givaldo Gonçalves nos passou, é que o prefeito Roberto Bayma objetivando melhorar ainda mais a qualidade de vida do rebanho em nosso município, fez aquisição de 90 dozes de vacina contra a Brucelose.

O Secretário fez questão de deixar claro, que não há registro da doença no município, e que esta campanha é apenas em caráter preventivo. Finalizando, o gestor da agricultura falou também que essa é a primeira vez que, este tipo de medicação é disponibilizada pela prefeitura de Bom Jesus.

  Outro fator que facilitou esta aquisição pelo prefeitura é o fato de quê, o veterinário do município precisa ser cadastrado junto a defesa agropecuária do estado, e nosso município tem esse profissional com todas essas condicionantes, atendidas.

To tocante a meta e os números ainda estão sendo processados pelos órgãos estaduais e serão de forma oficial divulgados, no entanto já é possível afirmar que esta foi alcançada.

Ouça o áudio:

Saiba mais sobre Brucelose:

ABrucelose, conhecida também como mal de Bang,febre de maltaouaborto infeccioso, é considerada uma zoonose (transmitida do animal para o homem) distribuída mundialmente, e é responsável por consideráveis perdas econômicas dentro do rebanho bovino. Ela é produzida por diversas espécies do gênero Brucella, sendo que a causadora da brucelose em bovinos é a Brucella abortus.

As vias de infecção por esta bactéria em bovinos, é a via oral e a aerógena. Uma enorme quantidade da B. abortus é eliminada durante o aborto e partos de animais infectados, juntamente com a elevada resistência deste patógeno no meio ambiente, torna-se a principal via de contaminação. Outros hábitos, como os de cheirar e lamber o bezerro após o nascimento auxiliam na transmissão da bactéria. A transmissão através do coito é pequena, pois a vagina representa uma barreira que dificulta a infecção. Já a transmissão pela inseminação artificial é grande, pois o sêmen contaminado é depositado diretamente no útero da vaca, não havendo a barreira (vagina).

Quando a contaminação se dá por contato direto com fetos abortados, restos placentários e descarga uterina há a penetração da bactéria pela mucosa: nasofaringe, conjuntival ou genital e pele íntegra. Após esta penetração, o agente cai na corrente sanguínea sendo transportado para diversos tecidos e órgãos do corpo do animal, multiplicando-se.

O curso da doença depende do estágio fisiológico do animal. Animais que não chegaram à puberdade ainda, demonstram ser mais resistentes à infecção. Caso o animal na esteja gestante, esta bactéria provavelmente infectará tecidos linfóides eglândula mamária. Quando o animal torna-se gestante, a B. abortus migrar para o útero, provocando o aborto que ocorre na primeira gestação após a infecção, sendo muito menos freqüente na segunda e rara na terceira.

Os sinais clínicos clássicos observados nos animais infectados estão relacionados a problemas reprodutivos, como: aborto no terço final da gestação, natimortos, nascimentos de bezerros fracos e corrimentos vaginais. É comum haver retenção de placenta e infertilidade temporária ou permanente. Nos machos, pode causar orquite (inflamação do testículo), conseqüentemente, levando à infertilidade no animal devido à diminuição da qualidade espermática. Podem ser observadas lesões nas glândulas mamárias e lesões articulares (bursite e artrite).

Redação e áudio: Jotha Herre
ASCOM/PMBJ
Assessor chefe: Igo Sampaio
Aux. Jotha Herre Jocerlan Guedes

Fotos: secretaria de agricultura.



 

 

 


 

     
     
     
 


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